E foi assim que ela visitou uma tarde linda de sua infância: encontrou tons de rosa e um riso angelical que ainda existe dentro de si mesma. Trouxe na bagagem um gosto de tutti-frutti, o cheirinho de alfazema do perfume que ganhou da vozinha e o sabor do bolo de chocolate que a mainha fazia nos finais de semana. Na pele, a menina que gostava da cor rosa. É que aquela menina ainda existe aqui!
Por Jéssica Almeida

